Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

Os trabalhadores da saúde, especialmente aqueles que atuam na assistência e vigilância, estão no grupo de profissionais com maior risco de doenças infecciosas e parasitárias relacionadas ao trabalho, incluindo a covid-19. É o que aponta o novo boletim epidemiológico elaborado pelo Programa Integrado em Saúde Ambiental e do Trabalhador (PISAT) do Instituto de Saúde Coletiva (ISC/UFBA).

O levantamento é baseado em dados fornecidos pelo Sistema de Informações de Agravos de Notificação (SINAN) e destaca ainda outras categorias de trabalhadores mais expostas a doenças como tuberculose pulmonar, leptospirose, tétano, dengue, febre amarela, HIV/aids e hepatites virais.

O boletim chama atenção ainda para o elevado sofrimento psíquico vivido por trabalhadores dos serviços de saúde que ocupam a linha de frente do cuidado aos doentes com a covid-19.

A publicação está disponível no site do Centro Colaborador da Vigilância aos Agravos à Saúde do Trabalhador (CCVISAT), http://www.ccvisat.ufba.br/, que também traz outros dados e relatórios dos principais sistemas relacionados à saúde do trabalhador.