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Conheça o MP-ISC

Apresentação

A partir de 2001, as atividades de ensino de pós-graduação do Instituto de Saúde Coletiva da Universidade Federal da Bahia foram ampliadas com a implantação do curso de Mestrado Profissional em Saúde Coletiva (MP-ISC). Um dos primeiros mestrados profissionais do Brasil, o MP-ISC tem sido avaliado com a nota máxima (cinco) pela CAPES desde a sua criação.

Sua constituição reflete a preocupação do ISC/UFBA com a qualificação das políticas, dos programas e dos serviços de saúde, especialmente no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). A modalidade tem o objetivo de qualificar profissionais de saúde, envolvidos com gestão ou a atenção à saúde, que desejam aprofundar seus conhecimentos, sem necessariamente prosseguir em uma carreira acadêmica.

Até o ano de 2017, foram 21 turmas e 337 alunos/as formados/as pelo MP-ISC.

Seguindo a mesma lógica do Programa Acadêmico, o Mestrado Profissional está vinculado aos Programas Integrados de Pesquisa, Ensino e Cooperação Técnica do ISC/UFBA, organizados em torno de linhas de pesquisa.

  • Gestão de Sistemas de Saúde
  • Epidemiologia em Serviços de Saúde
  • Vigilância Sanitária
  • Avaliação de Tecnologias e Serviços de Saúde
  • Docência em Saúde da Família
  • Informação em Saúde

A estrutura curricular do MP-ISC é composta por seis disciplinas obrigatórias (três comuns a todos os MPs e três específicas de cada área de concentração) e duas disciplinas optativas. As disciplinas comuns contemplam o núcleo básico de conhecimentos em Saúde Coletiva, são elas:

  • Estado, Sociedade e Política de Saúde
  • Epidemiologia em Saúde Coletiva
  • Planejamento e Programação em Saúde

As disciplinas obrigatórias específicas por área de concentração são:

  • Gestão de Sistemas de Saúde: Análise de situação de saúde; Gestão de sistemas de saúde; Avaliação de sistemas e serviços de saúde.
  • Epidemiologia em Serviços de Saúde: Vigilância epidemiológica e controle de agravos; Vigilância Sanitária; Epidemiologia de Saúde do Trabalho.
  • Vigilância Sanitária: Fundamentos do Direito Sanitário; Tecnologia de intervenção em Vigilância Sanitária; Sistemas de Vigilância Sanitária.
  • Avaliação de Tecnologias e Serviços de Saúde: Gestão de Tecnologias nos serviços de saúde; Avaliação de tecnologias em saúde; Avaliação de sistemas e serviços de saúde.
  • Docência em Saúde da Família: Práticas de promoção e vigilância da saúde; Práticas de assistência individual e coletiva; Docência em Saúde da Família.
  • Informação em Saúde: Sistemas de Informação em Saúde; Avaliação de sistemas e serviços de saúde; Análise de situação de saúde.

O curso é oferecido em formato modular, com momentos de concentração durante a realização dos módulos teóricos e oficinas de pesquisa orientada, e momentos de dispersão, correspondentes ao trabalho de campo. No total, são, em geral, 800 horas (240 teóricas, 80 teórico-práticas e 480 horas práticas), que correspondem a 26 créditos, sendo 13 equivalentes às aulas teóricas, 3 equivalentes às atividades teórico-práticas e 10 créditos correspondentes às atividades práticas.

Seis módulos de 40 horas, ministrados em intervalos regulares durante os seis primeiros meses de realização do curso, sistematizam os conteúdos teóricos que subsidiam a definição dos objetos de investigação, o desenho do estudo, a coleta, o processamento, a análise dos dados e a discussão dos resultados.

O curso tem duração total prevista de 18 a 24 meses.

As turmas de MP-ISC são ofertadas por meio do estabelecimento de parcerias com instituições de saúde das esferas federal, estadual ou municipal. As propostas são feitas pelas instituições parceiras, sendo discutidas nas instâncias de gestão do ISC/UFBA – Congregação e Colegiado de Pós-Graduação. Cabe ao Colegiado aprovar e monitorar a implantação de novas turmas, de acordo com os seguintes critérios:

a) Organicidade com os Programas Integrados do ISC/UFBA quanto à expertise na área de concentração e linhas de pesquisa;

b) Capacidade operacional do PPGSC, principalmente no que diz respeito à disponibilidade de docentes orientadores para envolvimento nas atividades pedagógicas;

c) Características da instituição demandante, priorizando estados ou regiões que apresentem menor acumulação tecnológica nas áreas de concentração do programa;

d) Como critério restritivo, a existência de instituições acadêmicas locais com expertise.

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