Pesquisador da Universidade Federal da Bahia, Luís Eugenio Portela Fernandes de Souza, concorda com o alerta da colega. “Ninguém estava esperando um reflexo nas taxas de mortalidade já em 2017. E, se nada for feito, há o risco de os indicadores terem reflexo também na expectativa de vida do brasileiro”, alertou. “Nada disso é inexorável, mas medidas de proteção precisam ser adotadas.”

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