Foto: Rovena Rosa/ Agência Brasil

Segundo dados do boletim epidemiológico da Prefeitura de São Paulo, divulgado no dia 30 de abril, o risco de morte de negros pela covid-19 é 63% maior em relação aos brancos. O assunto foi destaque em reportagem do jornal o Estado de S. Paulo na última segunda-feira (04), que ouviu especialistas sobre o impacto das questões socioeconômicas sobre essa estatística.

Na publicação, a biomédica Joilda Nery, professora do Instituto de Saúde Coletiva (ISC/UFBA), apontou a precariedade nas condições de vida e trabalho como fator determinante para o adoecimento e morte, não apenas pela covid-19, mas também por outras doenças. “A dificuldade de acesso aos serviços de saúde é um fator crucial para aumentar o risco de complicações e óbitos”, afirmou à reportagem.

Ela também destacou a campanha promovida por professores e estudantes do ISC/UFBA, que já distribuiu mais de 2 mil kits de higiene e lanches para pessoas em situação de rua, como um exemplo prático de mobilização social para amenizar as desigualdades e combater a doença.

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