Inicio Conheça o ISC/UFBA

Conheça o ISC/UFBA

Apresentação

O Instituto de Saúde Coletiva (ISC) da Universidade Federal da Bahia (UFBA) é um centro de formação avançada que busca desenvolver uma perspectiva inovadora de ensino na área de Saúde Coletiva. Seu modelo de gestão flexível é organizado por programas integrados de pesquisa e cooperação técnica. Essa estrutura matricial propicia a interdisciplinaridade e a articulação permanente com docentes, pesquisadores, profissionais de diversas unidades da UFBA e instituições como organizações não governamentais, secretarias estaduais e municipais de saúde, ministérios, organizações nacionais e internacionais na área de saúde, além de diversos centros de pesquisa no Brasil e no exterior.

Objetivos

  • Formar docentes, pesquisadores e quadros técnicos em Saúde Coletiva;
  • Produzir conhecimentos no campo científico e tecnológico da Saúde Coletiva, a partir dos seus eixos disciplinares fundamentais: Epidemiologia, Planificação & Gestão e Ciências Sociais em Saúde;
  • Fomentar projetos de geração e aplicação de tecnologia e de cooperação técnica nas áreas de interesse da Saúde Coletiva;
  • Aperfeiçoar a formação em Saúde Coletiva nos cursos de graduação da área de Saúde.

Currículo Institucional (PT-BR)

Curriculum Institucional (ESP)

Institucional Curriculum (ENG)

Plano Diretor 2014-2023

Desenho Institucional

O ISC tem uma estrutura matricial baseada em programas integrados de pesquisa, ensino e cooperação técnica, envolvendo docentes, pesquisadores e alunos de pós-graduação e graduação. A gestão institucional é exercida por uma Congregação, que inclui os coordenadores dos colegiados, responsáveis pelas atividades acadêmicas, e os outros dirigentes da unidade. Em termos de gestão, a busca por agilidade, leveza e flexibilidade é o objetivo do instituto. As atividades-meio são executadas por uma estrutura de apoio institucional compartilhada, coordenada por uma gerência administrativa de programas e projetos.

Administração

• Diretora
Isabela Cardoso de Matos Pinto

• Vice-Diretor
Luis Eugenio Portela de Souza

• Coordenadora do Conselho Técnico Científico
Erika Santos de Aragão

• Chefe de Departamento de Saúde Coletiva I
Yukari Figueroa Mise

• Vice-Chefe de Departamento de Saúde Coletiva I
Cristiane Abdon Nunes

• Coordenador do Colegiado de Atividades de Pós-Graduação
Marcelo Pfeiffer Castellanos

• Vice-Coordenador do Colegiado de Atividades de Pós-Graduação
Florisneide Rodrigues Barreto

• Coordenadora do Colegiado de Atividades de Graduação
Liliana Santos

• Vice-Coordenadora do Colegiado de Atividades de Graduação
Clarice Santos Mota

• Representantes no Conselho Acadêmico de Ensino da UFBA
Cristiane Abdon Nunes (Titular)
Litza Andrade Cunha (Suplente)

• Representantes no Conselho Acadêmico de Pesquisa e Extensão da UFBA
Mariluce Karla Bomfim de Souza (Titular)
Clarice Santos Mota (Suplente)

• Representantes dos Funcionários ISC
Sônia Malheiros, Italva Macedo, Maria Christina de Souza e Maria Oliveira

Congregação

• Diretora
Isabela Cardoso de Matos Pinto

• Vice-Diretora
Luis Eugenio Portela de Souza

• Conselho Técnico Científico
Rosana Aquino Guimarães Pereira

• Programa Integrado de Pesquisa e Cooperação Técnica em Saúde Ambiental e do Trabalhador – PISAT
Vilma Souza Santana

• Programa Integrado de Pesquisa e Cooperação Técnica em Economia, Tecnologia e Inovação em Saúde – PECS
Luis Eugenio Portela Fernandes de Souza

• Programa Integrado de Pesquisa e Cooperação Técnica em Gênero e Saúde – MUSA
Estela Maria Motta Lima Leão de Aquino

• Programa Integrado em Epidemiologia e Avaliação de Impactos na Saúde das Populações
Susan Martins Pereira

• Programa Integrado de Pesquisa e Cooperação Técnica em Planejamento, Gestão & Avaliação em Saúde
Jairnilson Silva Paim e Lígia Maria Vieira da Silva

• Programa Integrado de Pesquisa e Cooperação Técnica em Ensino e Vigilância Sanitária – PROVISA
Ediná Alves Costa

• Programa Integrado de Pesquisa e Cooperação Técnica em Comunidade, Família e Saúde – FA-SA
Leny Alves Bomfim Trad

• Programa Integrado de Pesquisa e Cooperação Técnica em Formação e Avaliação da Atenção Básica (GRAB)
Maria Guadalupe Medina

• Representantes Estudantis na Congregação
– Graduação: Catarina Santos Leite (Titular)
– Pós-Graduação: Aline Palmeira (Titular), Letícia Azevedo (Titular), Tiago Bahia (Suplente) e Emmy Paixão (Suplente)

• Representantes dos Funcionários ISC na Congregação
Maria Oliveira (Suplente), Italva Macedo (Titular)

Composição do Colegiado do Programa de Pós Graduação em Saúde Coletiva

• Coordenador
Marcelo Pfeiffer Castellanos

• Vice-Coordenador
Florisneide Rodrigues Barreto

• Coordenadora do Programa do Mestrado Profissional em Saúde Coletiva
Florisneide Rodrigues Barreto

• Membros Docentes:
Federico Costa
Luís Augusto Vasconcelos da Silva
Monique Azevedo Esperidião
Sônica Cristina Lima Chaves

• Representantes Discentes:
Lília Paula de Souza Santos (Titular Doutorado)
Ana Ester Maria Melo Moreira (Suplente Doutorado)
Marina Nogueira Santos (Titular Mestrado)
Tárcia Munyra Barreto Araújo (Suplente Mestrando)

• Representante Técnico-Administrativo:
Luan de Jesus Oliveira

Composição do Colegiado do Curso de Graduação em Saúde Coletiva

• Coordenadora
Liliana Santos

• Vice-Coordenadora
Clarice Santos Mota

• Membros:
Joilda Silva Nery
Mariluce Karla Bomfim de Souza
Marion Alves do Nascimento
Yara Oyram Ramos Lima
Yukari Fegueroa Mise

• Representantes Discentes:
Islan Santos Barbosa Sousa (Titular)
Silvia Rodrigues Fernandes (Titular)
Danilo Machado Negreiros (Suplente)
Silvio Almeida Teixeira (Suplente)

• Representante Técnico-Administrativo:

Diego de Oliveira Cerqueira (Titular)
Tamara Guimarães Ferreira (Suplente)

Histórico

A proposta contemporânea de construção de um novo paradigma para a investigação em saúde e de uma nova prática sanitária no contexto de uma sociedade em crise e em transição, no final do século XX, constitui a “utopia concreta” onde se insere a criação do Instituto de Saúde Coletiva da UFBA.

As origens do ISC situam-se na experiência de ensino, pesquisa e extensão desenvolvida em 20 anos de Departamento de Medicina Preventiva da Faculdade de Medicina (Famed) da UFBA. Nesse processo, foi se configurando a necessidade de um “salto organizativo e político-institucional” que permitisse o pleno exercício das atividades de investigação, formação de pessoal e cooperação técnica interinstitucional, articuladas ao processo de transformações políticas, organizacionais e operativas do sistema de saúde brasileiro, especialmente na região nordeste do país, em particular, na Bahia.

O processo de constituição do ISC envolveu um conjunto de lideranças universitárias, contando com o apoio de representantes do movimento sanitário em nível nacional, gerando a elaboração de propostas sucessivamente aprovadas em todas as instâncias deliberativas da UFBA, culminando com o reconhecimento pelo Conselho Nacional de Educação, em maio de 1995.

O Campo da Saúde Coletiva

Saúde Coletiva é uma expressão que designa um campo de saber e de práticas referido à saúde como fenômeno social e, portanto, de interesse público. As origens do movimento de constituição deste campo remontam ao trabalho teórico e político empreendido pelos docentes e pesquisadores de departamentos de instituições universitárias e de escolas de Saúde Pública da América Latina e do Brasil, em particular, ao longo das duas últimas décadas.

A crítica aos sucessivos movimentos de reforma em saúde, originários da Europa e dos Estados Unidos, como os da Saúde Pública e Higiene, Medicina Preventiva, Medicina Comunitária, Medicina de Família e Atenção Primária à Saúde, delineou progressivamente o objeto de investigação e práticas em Saúde Coletiva, que compreende as seguintes dimensões:

  • O estado de saúde da população, isto é, condições de saúde de grupos populacionais específicos e tendências gerais do ponto de vista epidemiológico, demográfico, socioeconômico e cultural;
  • Os serviços de saúde, abrangendo o estudo do processo de trabalho em saúde, investigações sobre a organização social dos serviços e a formulação e implementação de políticas de saúde, bem como a avaliação de planos, programas e tecnologia utilizada na atenção à saúde;
  • O saber sobre a saúde, incluindo investigações históricas, sociológicas, antropológicas e epistemológicas sobre a produção de conhecimentos neste campo e sobre as relações entre o saber “científico” e as concepções e práticas populares de saúde, influenciadas pelas tradições, crenças e cultura de modo geral.

O movimento da Saúde Coletiva

O trabalho teórico e empírico no campo da Saúde Coletiva, desenvolvido em instituições acadêmicas, deu suporte a um movimento político iniciado em meados dos anos 70, em torno da crise da saúde, no contexto das lutas pela democratização do país. Esse movimento difundiu-se a centros de estudos, associações profissionais, sindicatos de trabalhadores, organizações comunitárias, religiosas e partidos políticos, contribuindo para a formulação e execução de um conjunto de mudanças identificadas como a Reforma Sanitária Brasileira.

As proposições desse movimento incluem uma profunda modificação na concepção de saúde e seu entendimento como direito de cidadania e dever do Estado. Postula mudanças no modelo gerencial, organizativo e operativo do sistema de serviços de saúde, na formação e capacitação de pessoal no setor, no desenvolvimento científico e tecnológico nesta área e, principalmente, nos níveis de consciência sanitária e de participação crítica e criativa dos diversos atores sociais no processo de reorientação das políticas econômicas e sociais no país, tendo em vista a melhoria dos níveis de vida e a redução das desigualdades sociais.

Do ponto de vista do SABER, a Saúde Coletiva se articula em um tripé interdisciplinar composto pela Epidemiologia, Administração e Planejamento em Saúde e Ciências Sociais em Saúde, com um enfoque transdisciplinar, que envolve disciplinas auxiliares como a Demografia, Estatística, Ecologia, Geografia, Antropologia, Economia, Sociologia, História e Ciências Políticas, entre outras.

Enquanto PRÁTICA, a Saúde Coletiva propõe um novo modo de organização do processo de trabalho em saúde que enfatiza a promoção da saúde, a prevenção de riscos e agravos, a reorientação da assistência a doentes, e a melhoria da qualidade de vida, privilegiando mudanças nos modos de vida e nas relações entre os sujeitos sociais envolvidos no cuidado à saúde da população.

[:en]

Presentation

The Institute of Collective Health (ISC) at the Federal University of Bahia (UFBA) is an advanced training centre which seeks to develop an innovative perspective in teaching in collective health. Its flexible management model is organized into integrated research and technical cooperation programmes. This matrix structure provides interdisciplinarity and permanent links with faculty, researchers, and professionals from various units at UFBA and institutions, such as non-governmental organisations, state and municipal health departments, ministries, national and international health organizations and a wide range of research centres in Brazil and other countries.

Aims

  • To train faculty, researchers and technical staff in collective health;
  • Produce knowledge in the scientific and technological field of collective health from its fundamental disciplinary strands: epidemiology, health planning and management and social sciences in health;
  • Encourage projects that generate and apply technology and technical cooperation in the areas of interest of collective health;
  • Improve education in collective health on undergraduate courses in health.

Currículo Institucional (PT-BR)

Curriculum Institucional (ESP)

Institucional Curriculum (ENG)

Plano Diretor 2014-2023

Institutional Design

ISC has a matrix structure based on integrated research, teaching and technical cooperation programmes, involving faculty, researchers and undergraduate and graduate students. Institutional management is exercised by a committee which includes the College Board coordinators responsible for academic activities and other managers from the unit. In terms of management, the institute’s aim is the search for agility, levity and flexibility. Intermediate activities are executed by a shared institutional support structure, coordinated by administrative management for programmes and projects.

ADMINISTRATION

  • Coordinator of the Graduate Activities College Board
    Marcelo Pfeiffer Castellanos
  • Deputy Coordinator of the Graduate Activities College Board
    Florisneide Rodrigues Barreto
  • Coordinator of the Undergraduate Activities College Board
    Liliana Santos
  • Deputy Coordinator of the Undergraduate Activities College Board
    Clarice Santos Mota
  • Director
    Isabela Cardoso de Matos Pinto
  • Deputy Director
    Luis Eugenio Portela de Souza
  • Coordinator of the Scientific Technical Council
    Erika Santos de Aragão
  • Head of the Collective Health Department I
    Yukari Figueroa Mise
  • Deputy Head of the Collective Health Department I
    Cristiane Abdon Nunes
  • Representatives on the UFBA Academic Teaching Council
    Cristiane Abdon Nunes (holder)
    Litza Andrade Cunha (substitute)
  • Representatives on the UFBA Research and Extension Academic Board
    Mariluce Karla Bomfim de Souza (holder)
    Clarice Santos Mota (substitute)
  • Representatives of ISC employees
    Sônia Malheiros, Italva Macedo, Maria Christina de Souza and Maria Oliveira

COMMITTEE

  • Director
    Isabela Cardoso de Matos Pinto
  • Deputy Director
    Luis Eugenio Portela de Souza
  • Scientific Technical Council
    Rosana Aquino Guimarães Pereira
  • Integrated Programme of Research and Technical Cooperation in Environmental and Workers’ Health – PISAT
    Vilma Souza Santana
  • Integrated Programme of Research and Technical Cooperation in Economics, Technology and Innovation in Health – PECS
    Luis Eugenio Portela Fernandes de Souza
  • Integrated Programme in Epidemiology and Evaluating Impacts on Populations’ Health
    Susan Martins Pereira
  • Integrated Programme of Research and Technical Cooperation in Planning, Management & Evaluation in Health
    Jairnilson Silva Paim and Lígia Maria Vieira da Silva
  • Integrated Programme of Research and Technical Cooperation in Teaching and Sanitary Surveillance – PROVISA
    Ediná Alves Costa
  • Integrated Programme of Research and Technical Cooperation in Gender and Health – MUSA
    Estela Maria Motta Lima Leão de Aquino
  • Integrated Programme of Research and Technical Cooperation in Community, Family and Health – FA-SA
    Leny Alves Bomfim Trad
  • Integrated Programme of Research and Technical Cooperation in Training and Evaluating Primary Care (GRAB)
    Maria Guadalupe Medina
  • Student Representatives on the Committee
    – Undergraduate: Catarina Santos Leite (holder)
    – Graduate: Aline Palmeira (holder), Letícia Azevedo (holder), Tiago Bahia (substitute) and Emmy Paixão (substitute)
  • Representatives of ISC employees on the Committee
    Maria Oliveira (substitute) and Italva Macedo (holder)

COMPOSITION OF THE GRADUATE PROGRAMME IN COLLECTIVE HEALTH COLLEGE BOARD

  • Coordinator
    Marcelo Pfeiffer Castellanos
  • Deputy Coordinator
    Florisneide Rodrigues Barreto
  • Coordinator of the Professional Master’s Programme in Collective Health
    Florisneide Rodrigues Barreto
  • Members:
    Eduardo Luiz Andrade Mota
    Jorge Alberto Bernstein Iriart
    Marcelo Pfeiffer Castellanos
    Maria Guadalupe Medina
    Maria Inês Costa Dourado
    Mônica de Oliveira Nunes
  • Student Representatives:
    Mariana Ramos Pitta Lima (Doctorate holder)
    Janaina Braga de Paiva (Master’s holder)
    Grey Yuliet Ceballos Garcia (Master’s substitute)
    Andrea Lougbecker (Doctorate substitute)

COMPOSITION OF THE UNDERGRADUATE COURSE IN COLLECTIVE HEALTH COLLEGE BOARD

  • Coordinator
    Liliana Santos
  • Deputy Coordinator
    Clarice Santos Mota
  • Members:
    Joilda Silva Nery
    Mariluce Karla Bomfim de Souza
    Marion Alves do Nascimento
    Yara Oyram Ramos Lima
    Yukari Fegueroa Mise
  • Student Representatives:
    Islan Santos Barbosa Sousa (holder)
    Silvia Rodrigues Fernandes (holder)
    Danilo Machado Negreiros (substitute)
    Silvio Almeida Teixeira (substitute)
  • Technical-Administrative Representative:
    Diego de Oliveira Cerqueira

History

The contemporary proposal of constructing a new paradigm for investigations into health and a new sanitary practice in the context of a society in crisis and in transition at the end of the 20th century, formed the “concrete utopia” where the creation of the Institute of Collective Health at UFBA is placed.

The origins of ISC lie in the experience of teaching, research and extension programmes developed during 20 years at the Department of Preventive Medicine, Faculty of Medicine (FAMED), UFBA. The need for an “organizational, political and institutional leap” which allowed the full exercise of activities, including investigation, training personnel and inter-institutional technical cooperation was established in this process, linked to the process of political, organizational and operational transformations of the Brazilian health system, particularly in the northeast of the country and Bahia in particular.

The process of establishing ISC involved a group of university leaders, counting on support from representatives from the sanitary movement on a national level, generating the production of proposals which were successively approved in all the decision-making bodies at UFBA, and culminating in its recognition by the National Council of Education in May 1995.

The Field of Collective Health

Collective health is an expression which allocates a field of knowledge and health related practices as a social phenomenon and, therefore, of public interest. The origins of the movement forming this field dates back to the theoretical and political work undertaken by faculty and researchers from departments at universities and public health schools in Latin America and Brazil, especially in the last twenty years.

Criticism of successive health reform movements, originating in Europe and the United States, such as those in public health and hygiene, preventive medicine, community medicine, family medicine and primary health care progressively shaped the subject under investigation and collective health practices, comprising the following dimensions:

  • The population’s state of health: the health of specific population groups and general trends from an epidemiological, demographic, social, economic and cultural point of view;
  • Health services: covering the study of the work process in health, investigations about the social organization of services and formulating and implementing health policies, evaluating plans, programmes and the technology used in health care;
  • Knowledge of health: including historic, sociological, anthropological and epistemological investigations about knowledge production in this field and the relation between “scientific” knowledge and popular conceptions and practices on health, influenced by traditions, beliefs and culture in general.

The collective health movement

The theoretical and empirical work in the field of collective health, performed at academic institutions, gave support to a political movement that started in the mid-1970s on the health crisis, within the context of the struggles to democratize the country. This movement spread to study centres, professional associations, trade unions and community and religious organizations and political parties, contributing to formulating and executing a number of changes identified as Brazilian Sanitary Reform.

This movement’s proposals include a profound modification in the concept of health and its understanding as a right of citizenship and duty of the state. It postulated changes in the management, organizational and operational model of the health service system, in training and qualifying personnel in the sector, scientific and technological development in this area and, principally, the levels of sanitary awareness and critical and creative participation by various social actors in the process of redirecting economic and social policies in the country, with a view to improving living standards and reducing social inequalities.

From the point of view of KNOWLEDGE, collective health is linked to an interdisciplinary tripod comprising epidemiology, administration and planning in health and social sciences in health, with a transdisciplinary focus which involves auxiliary subjects, such as demography, statistics, ecology, geography, anthropology, economics, sociology, history and political science, among others.
While with PRACTICE, collective health proposes a new way of organizing the work process in health which accentuates promoting health, preventing risks and grievances, redirecting assistance for the sick and improving quality of life, favouring changes in lifestyles and relations between those involved in taking care of the population’s health.

[:es]

Presentación

El Instituto de Salud Colectiva (ISC) de la Universidade Federal da Bahia (UFBA) es un centro de formación avanzada que objetiva desarrollar una perspectiva innovadora de enseñanza en el área de Salud Colectiva. Su modelo de gestión flexible está organizado por programas integrados de investigación y cooperación técnica. Esa estructura matricial propicia la interdisciplinariedad y la articulación permanente con docentes, investigadores, profesionales de diversas unidades de la UFBA e instituciones, tales como organizaciones no gubernamentales, secretarias estatales y municipales de salud, ministerios, organizaciones nacionales e internacionales en el área de salud, además de diversos centros de investigación en Brasil y en el exterior.

Objetivos

  • Formar docentes, investigadores y técnicos en Salud Colectiva;
  • Producir conocimientos en el campo científico y tecnológico de la Salud Colectiva, a partir de sus ejes disciplinares fundamentales: Epidemiología, Planificación & Gestión y Ciencias Sociales en Salud;
  • Fomentar proyectos de creación y aplicación de tecnología y de cooperación técnica en las áreas de interés de la Salud Colectiva;
  • Perfeccionar la formación en Salud Colectiva en los cursos de grado del área de Salud.

Currículo Institucional (PT-BR)

Curriculum Institucional (ESP)

Institucional Curriculum (ENG)

Plano Diretor 2014-2023

Diseño institucional

El ISC posee una estructura matricial basada en programas integrados de investigación, enseñanza y cooperación técnica, a los que contribuyeron docentes, investigadores y alumnos de postgrado y grado. La gestión institucional es ejercida por una Congregación, que incluye los coordinadores de los colegiados, responsables por las actividades académicas, y otros dirigentes de la unidad. En lo que respecta a la gestión, la búsqueda por agilidad, sutilidad y flexibilidad es el objetivo del instituto. Las actividades-medio son ejecutadas por una estructura de apoyo institucional compartida, coordinada por una gerencia administrativa de programas y proyectos.

GOBIERNO

  • Directora
    Isabela Cardoso de Matos Pinto
  • Vice-Director
    Luis Eugenio Portela de Souza
  • Coordinadora del Consejo Técnico Científico
    Erika Santos de Aragão
  • Jefe del Departamento de Salud Colectiva I
    Yukari Figueroa Mise
  • Vice-Jefe del Departamento de Salud Colectiva I
    Cristiane Abdon Nunes
  • Coordinador del Colegiado de Actividades de los Estudios de Postgrado
    Marcelo Pfeiffer Castellanos
  • Vice-Coordinadora del Colegiado de Actividades de los Estudios de Postgrado
    Florisneide Rodrigues Barreto
  • Coordinador del Colegiado de Actividades de los Estudios de Grado
    Liliana Santos
  • Vice-Coordinadora del Colegiado de Actividades de los Estudios de Grado
    Clarice Santos Mota
  • Representantes en el Consejo Académico de Enseñanza de la UFBA
    Cristiane Abdon Nunes (Titular)
    Litza Andrade Cunha (Suplente)
  • Representantes en el Consejo Académico de Investigación y Extensión de la UFBA
    Mariluce Karla Bomfim de Souza (Titular)
    Clarice Santos Mota (Suplente)
  • Representantes de los Funcionarios ISC
    Sônia Malheiros, Italva Macedo, Maria Christina de Souza y Maria Oliveira

CONGREGACIÓN

  • Directora
    Isabela Cardoso de Matos Pinto
  • Vice-Director
    Luis Eugenio Portela de Souza
  • Consejo Técnico Científico
    Rosana Aquino Guimarães Pereira
  • Programa Integrado de Investigación y Cooperación Técnica en Salud Ambiental y del Trabajador – PISAT
    Vilma Souza Santana
  • Programa Integrado de Investigación y Cooperación Técnica en Economía, Tecnología e Innovación en Salud – PECS
    Luis Eugenio Portela Fernandes de Souza
  • Programa Integrado en Epidemiologia y Evaluación de Impactos a la Salud de las Poblaciones
    Susan Martins Pereira
  • Programa Integrado de Investigación y Cooperación Técnica en Planificación, Gestión & Evaluación en Salud
    Jairnilson Silva Paim e Lígia Maria Vieira da Silva
  • Programa Integrado de Investigación y Cooperación Técnica en Enseñanza y Vigilancia Sanitaria – PROVISA
    Ediná Alves Costa
  • Programa Integrado de Investigación y Cooperación Técnica en Género y Salud – MUSA
    Estela Maria Motta Lima Leão de Aquino
  • Programa Integrado Investigación y Cooperación Técnica en Comunidad, Familia y Salud – FA-SA
    Leny Alves Bomfim Trad
  • Programa Integrado Investigación y Cooperación Técnica en Formación y Evaluación de la Atención Básica (GRAB)
    Maria Guadalupe Medina
  • Representantes Estudiantiles en la Congregación
    – Estudios de Grado: Catarina Santos Leite (Titular)
    – Estudios de Postgrado: Aline Palmeira (Titular), Letícia Azevedo (Titular), Tiago Bahia (Suplente) y Emmy Paixão (Suplente)
  • Representantes de los Funcionarios ISC en la Congregación
    Maria Oliveira (Suplente), Italva Macedo (Titular)

COMPOSICIÓN DEL COLEGIADO DEL PROGRAMA DE ESTUDIOS DE POSTGRADO EN SALUD COLECTIVA

  • Coordinador
    Marcelo Pfeiffer Castellanos
  • Vice-Coordinadora
    Florisneide Rodrigues Barreto
  • Coordinadora del Programa del Maestría Profesional en Salud Colectiva
    Florisneide Rodrigues Barreto
  • Miembros:
    Eduardo Luiz Andrade Mota
    Jorge Alberto Bernstein Iriart
    Marcelo Pfeiffer Castellanos
    Maria Guadalupe Medina
    Maria Inês Costa Dourado
    Mônica de Oliveira Nunes
  • Representantes Discentes:
    Mariana Ramos Pitta Lima (Titular Doctorado)
    Janaina Braga de Paiva (Titular Maestría)
    Grey Yuliet Ceballos Garcia (Suplente Maestría)
    Andrea Lougbecker (Suplente Doctorado)

COMPOSICIÓN DEL COLEGIADO DEL CURSO DE ESTUDIOS DE GRADO EN SALUD COLECTIVA

  • Coordinadora
    Liliana Santos
  • Vice-Coordinadora
    Clarice Santos Mota
  • Miembros:
    Joilda Silva Nery
    Mariluce Karla Bomfim de Souza
    Marion Alves do Nascimento
    Yara Oyram Ramos Lima
    Yukari Fegueroa Mise
  • Representantes Discentes:
    Islan Santos Barbosa Sousa (Titular)
    Silvia Rodrigues Fernandes (Titular)
    Danilo Machado Negreiros (Suplente)
    Silvio Almeida Teixeira (Suplente)
  • Representante Técnico-Administrativo:
    Diego de Oliveira Cerqueira

Histórico

La propuesta contemporánea de construcción de un nuevo paradigma para la investigación en salud y de una nueva práctica sanitaria en el contexto de una sociedad en crisis y en transición, en el final del siglo XX, constituye la “utopía concreta” donde se insiere la creación del Instituto de Salud Colectiva de UFBA.

Los orígenes del ISC se sitúan en la experiencia de enseñanza, investigación y extensión, desarrollada en 20 años de Departamento de Medicina Preventiva de la Facultad de Medicina (FAMED) de la UFBA. En este proceso, se fue configurando la necesidad de un “salto organizativo y político-institucional” que permitiera el pleno ejercicio de las actividades de investigación, formación de personal y cooperación técnica interinstitucional, articuladas con el proceso de transformaciones políticas, organizacionales y operativas del sistema de salud brasileño, especialmente en la región nordeste del país, en particular, en Bahia.

El proceso de constitución del ISC envolvió un conjunto de liderazgos universitarios, y contó con el apoyo de representantes del movimiento sanitario a nivel nacional, generando la elaboración de propuestas que, seguidamente, fueron aprobadas en todas las instancias deliberativas de la UFBA, culminando con el reconocimiento del Consejo Nacional de Educación, en mayo de 1995.

El Campo de la Salud Colectiva

Salud Colectiva es una expresión que designa a campo de saber y de prácticas, referente a la salud como fenómeno social y, por lo tanto, de interés público. Los orígenes del movimiento de constitución de este campo se remontan al trabajo teórico y político emprendido por los docentes e investigadores de departamentos de instituciones universitarias y de escuelas de Salud Pública de América Latina y, en particular, de Brasil, a lo largo de las dos últimas décadas.

La crítica a los sucesivos movimientos de reforma en salud, oriundos de Europa y de Estados Unidos, como los de la Salud Pública e Higiene, Medicina Preventiva, Medicina Comunitaria, Medicina de Familia y Atención Primaria a la Salud, delineó progresivamente el objeto de investigación y prácticas en Salud Colectiva, que comprende las siguientes dimensiones:

  • El estado de salud de la población, es decir, condiciones de salud de grupos poblacionales específicos y tendencias generales desde el punto de vista epidemiológico, demográfico, socioeconómico y cultural;
  • Los servicios de salud, abarcan el estudio del proceso de trabajo en salud, investigaciones sobre la organización social de los servicios y la formulación e implementación de políticas de salud, así como la evaluación de planos, programas y tecnología utilizada para dar atención a la salud;
  • El saber sobre la salud, incluyendo investigaciones históricas, sociológicas, antropológicas y epistemológicas sobre la producción de conocimientos en este campo y sobre las relaciones entre el saber “científico” y las concepciones y prácticas populares de salud, influenciadas por las tradiciones, creencias y cultura de modo general.

El movimiento de la Salud Colectiva

El trabajo teórico y empírico en el campo de la Salud Colectiva, desarrollado en instituciones académicas, contribuyó a la fundamentación de un movimiento político iniciado en meados de los años 70, en torno a la crisis de la salud, en el contexto de las luchas por la democratización del país. Ese movimiento se propagó a centros de estudios, asociaciones profesionales, sindicatos de trabajadores, organizaciones comunitarias, religiosas y partidos políticos, conduciendo a la formulación y ejecución de un conjunto de cambios identificados como la Reforma Sanitaria Brasileña.

Las proposiciones de ese movimiento incluyen una profunda modificación en la concepción de salud  y en su entendimiento como derecho de ciudadanía y deber del Estado. Plantea cambios en el modelo gerencial, organizativo y operativo del sistema de servicios de salud, en la formación y capacitación de personal del sector, en el desarrollo científico y tecnológico de esta área y, principalmente, en los niveles de consciencia sanitaria y de participación crítica y creativa de los diversos actores sociales del proceso de reorientación de las políticas económicas y sociales en el país, teniendo en vista la mejoría de los niveles de vida y la reducción de las desigualdades sociales.

Desde el punto de vista del SABER, la Salud Colectiva se estructura en un trípode interdisciplinar formado por la Epidemiologia, la Administración y la Planificación en Salud y Ciencias Sociales en Salud, con un enfoque multidisciplinar, que implica disciplinas auxiliares como la Demografía, Estadística, Ecología, Geografía, Antropología, Economía, Sociología, Historia y Ciencias Políticas, etc.

Mientras PRÁCTICA, la Salud Colectiva propone un nuevo modo de organización del proceso de trabajo en salud que enfatiza su promoción, la prevención de riesgos y agravios, la reorientación de la asistencia a enfermos, y la mejora de la calidad de vida, privilegiando mudanzas en los modos de vida y en las relaciones entre los sujetos sociales implicados en cuidar de la salud de la población.